Psicologia
e Sexualidade
 
 
 
 
 
   
Principal
Artigos
Quem Sou?
Onde estou?
Atuação
Convênios
Links 
CID - 10
Psicologia Arte
e Forma
Contato
XV Jornada de Psicologia
 
 
 
119

Paixão não dura para sempre

Surge uma paixão quando: de repente seu coração bate diferente por outro e, sem você perceber, ele se envolve com quem você nem sabe quem é.

Não se escolhe uma paixão. Ela chega e toma conta de todo seu ser. Surge uma forte combinação química . Não dura para sempre.

Existe um limite de tempo para se viver uma grande paixão.

A professora Cindy Hazan, da Universidade Cornell de Nova Iorque, diz: "seres humanos são biologicamente programados para se sentirem apaixonados durante 18 a 30 meses". Ela entrevistou e testou 5.000 pessoas de 37 culturas diferentes e descobriu que a paixão possui um "tempo de vida" longo o suficiente para que o casal se conheça

“ A pesquisadora identificou algumas substâncias responsáveis pelo amor-paixão: dopamina, feniletilamina(um dos mais simples neurotransmissores, é conhecida há cerca de cem anos pelos cientistas, mas só recentemente foi associada à paixão) e ocitocina.

Estes produtos químicos são todos relativamente comuns no corpo humano, mas são encontrados juntos apenas durante as fases iniciais do flerte. Ainda assim, com o tempo, o organismo vai se tornando resistente aos seus efeitos - e toda a "loucura" da paixão desvanece gradualmente - a fase de atração não dura para sempre.”

Se você se sente nas nuvens conta horas e minutos para ver alguém, é certo que foi fisgada (o) pela paixão.Em qualquer etapa da vida o indivíduo pode ser atingido por este sentimento. É importante viver intensamente cada momento de paixão .

Pode a paixão se transforma em amor, ternura, companheirismo e às vezes amizade, isso vai depender de como este sentimento foi vivenciado pelo par.

Com o passar do tempo a paixão termina ou dá lugar ao amor.

O relacionamento pode sobreviver à realidade e à rotina do dia-a-dia com o surgimento do amor. Vai sobrando espaço para o companheirismo para o respeito e aceitação dos defeitos ou melhor dizendo das diferenças que sempre existem entre os pares.

 

Marilandes Ribeiro Braga
Delegada Regional da SBRASH - Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade
Membro do CEPCoS: Centro de Estudos e Pesquisas de Comportamento e Sexualidade
Psicóloga e Terapeuta Sexual.
E-mail: mailto:marilandes@uol.com.br

 

 

Home   |   Artigos   |   Sobre   |   Convenios   |   Atuação   |  Contato  
All Rights Reserved...Designed by PortalPrudente